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por Agatha Favero

Uma viagem ao Oriente contemporâneo fazendo referência às luzes e cores das agitadas capitais asiáticas é o tema da mais nova coleção da curitibana Juliana Moriya, lançada no dia 1o e que está à venda no site Gallerist com exclusividade até dia 15 de maio. “É um acúmulo de energia enorme e tão potente, que nos dá a sensação de que estamos vivendo em uma passagem do tempo. Toca e inspira”, explica a estilista.

Formada em Arquitetura e Urbanismo, Juliana até já chegou a trabalhar como arquiteta. Mas durante uma viagem espiritual ao Japão (Juliana é budista!) ficou encantada com as belezas da Ásia e descobriu sua verdadeira vocação. Quando voltou ao Brasil, passou a se dedicar à moda e hoje conta com seu próprio atelier onde faz vestidos de festa e noivas sob encomenda e vende peças com sua assinatura.
Seu estilo é definido pelo uso do preto, dos tons de off-white e de transparências, além das formas arquitetônicas nas suas criações, legado de sua primeira formação.





Tim Walker talvez seja um dos mais importantes fotógrafos de moda em atividade hoje. Suas imagens, extravagantes, originais e bem humoradas, são sempre permeadas por um tom surrealista e onírico, o que torna seu trabalho absolutamente único.




Na exposição Tim Walker: Story Teller, em cartaz na Somerset House de Londres, 175 imagens do fotógrafo estão reunidas e revelam toda sua habilidade em narrar histórias fantásticas com apenas um clique. Enquanto observa as fotos, o público também pode conferir de perto alguns dos objetos cênicos que Tim usa em suas mega produções. Tim Walker: Story Teller fica em cartaz até o dia 27 de janeiro de 2013. Se estiver passando por perto, não deixe de visitar!








Tim Walker: Story Teller
Quando: de 18 de outubro de 2012 a 27 de janeiro de 2013
Onde: Somerset House - Londres
Mais infos aqui.


Venus in Sequins é uma coleção de vestidos feitos à mão inspirados em grandes obras de artistas como Duchamp, Andy Warhol e Van Gogh. Cada peça tem apenas 5 cópias. Agora imagina o trabalho que o pessoal da marca The Rodnik Band teve para bordar todos esses paetês!







O salto-alto é a marca da feminilidade. Beleza, poder e elegância: nas alturas de um sapato, a mulher se enobrece. E mais nobres ainda se sentem, se estiverem calçando um Louboutin, os famosos sapatos de sola vermelha criados pelo designer francês Christian Louboutin.

Não há tapete vermelho que se preze sem a presença de suas obras de arte. Madonna, Lady Gaga e Victoria Beckham e outras divas que o digam. A paixão pela moda surgiu de pequeno, logo aos 12 anos de idade, quando durante as aulas maçantes da escola, rabiscava ideias para novos calçados femininos. Mais velho, criou modelos para Chanel, Dior e Yves Saint Laurent. E desde então não parou mais de produzir. Hoje, a marca Louboutin tem fãs apaixonados no mundo inteiro.


Neste ano, o designer comemora 20 anos de aniversário de sua primeira loja em Paris, aberta em 1992, com a ajuda de amigos. E uma retrospectiva de sua carreira e sucesso pode ser vista a partir de março, no London’s Design Museum.


Na exposição, tudo que envolve o universo criativo de Louboutin: desde suas mais emblemáticas criações, até as peças que o influenciaram quando ainda estudava arquitetura, cinema e arte em suas viagens pelo mundo.


Esqueça Lady Gaga. Madame Peripetie (aka Sylwana Zybura) acaba de chegar. A fotógrafa conceitualista vive na Alemanha, mas em suas veias corre sangue polaco. É difícil definir o trabalho de Sylwana. Suas imagens exploram os limites entre design, moda, escultura e corpo humano. Tudo isso por meio de elementos que partem do surrealismo, passeiam pelo dadaísmo e esbarram no new wave dos anos 80 com um impacto que bem, lembra o punk.



O cuidado que Sylwana tem com o design de seus personagens é extremo: são todos construídos como se, por trás deles, imaginasse enredos completos. As influências, segundo ela, vêm do multiartista Robert Wilson, romances de ficção científica e contos de fadas pelos quais é aficionada.



Excêntrico, absurdo e, de certa forma, hipnotizante.

“Quando criança, eu sonhava com mundos onde tudo era gigante. Talvez eu tenha assistido ‘Querida, Encolhi as Crianças’ demais. De qualquer modo, gosto das qualidades narrativas que esse tipo de composição possui. Crio mundos e os povoo com personagens”. Assim é a arte de Dadu Shin, ilustrador instalado em New York que vê nos desenhos a melhor forma para se comunicar.


A paleta de Shin é de cores suaves e simples, entretanto o belo de suas obras está no conceito que cria para suas ilustrações. Em cada uma, mundos meticulosamente detalhados para servir à ideia que guia a imagem.



Os temas de seus desenhos variam entre natureza, criaturas fantásticas e moda. Esta, aliás, é uma paixão que ele descobriu há pouco tempo. Seu blog de estilo é o I Don’t Like Clothes. Parece contraditório, mas Shin explica: “Na verdade, sempre pensei que moda era algo esnobe e supérfluo. Ainda é, sob alguns aspectos, mas percebi que estava sendo ignorante […] Então é daí que o nome surgiu: como uma piadinha interna. Comecei o blog para exercitar meu desenho. E tendo um tema estabelecido, não preciso me preocupar com o que criar em seguida, pois o design, a combinação de estampas e as cores da moda me fornecem elementos criativos suficientes para não me sentir entediado”.




Os arredores da rua Vicente Machado estarão mais agitados do que nunca nesse final de semana. Isso porque nos dias 10 e 11 de dezembro rola por lá a terceira edição do Vicentina, movimento cultural que une arte, moda, música e gastronomia.
Da esquina com a Angelo Sampaio até a Brigadeiro Franco, lojas e estabelecimentos abrem suas portas para estilistas, designers e novas marcas. Além das compras de Natal e dos presentes exclusivos, é uma boa oportunidade para conhecer o trabalho desses artistas e se divertir com os shows e apresentações do evento. Tem dança de salão, jazz, exposição fotográfica, discotecagem, etc.
Confira a programação completa:

Pegue sua bike e apareça!
As lojas participantes do Vicentina são: Endossa, Decormade, JPL Burguers, Lamb, Atelier Luis Lopes, Arad Tailored Jeans, Casual Bolsas, Caixeiro Vicente e Jean Louis David.
Vicentina 3ª Edição
Data: 10 e 11 de dezembro
Horário: Sábado (10/12) das 10h às 21h; domingo (11/12) das 14h às 21h
Local: Rua Vicente Machado
Ingresso: Gratuito
por Taís Mainardes


As personagens nomeadas carinhosamente de Josephine, Louise e Gigi (imagens abaixo) ilustram a nova coleção de bijouterias da francesa Anne Thomas.
Delicadas, as peças são artesanais, únicas e produzidas com materiais não tão comuns no universo dos acessórios femininos: cerâmica e pedra-pome.


Pintadas à mão com tinta esmalte, as bijoux - que ainda não tem pontos de venda no Brasil - não são novidade em terras estrangeiras. No Festival de Cannes de 2009, por exemplo, ela criou broches exclusivos para os VIPs do Canal+, canal de TV francesa.


Além das ‘menininhas’, o trabalho da artista também conta com outros personagens e propostas:

por Marina Gallucci
imagens Divulgação

Há quem diga que Jean Paul Gaultier tem alma de pop star. A fama não é resultado apenas da criação do famoso sutiã cônico da turnê Blond Ambition, da diva pop Madonna. Sua criatividade e ousadia já levaram para as passarelas homens de saias e modelos idosos, gordos e tatuados. Mas, a extravagância de Gaultier não para por aí.
O talento da “criança terrível” da moda francesa, como é conhecido, conquistou espaço muito além do mundo das passarelas e da moda. Talento que pode ser visto até dia 2 de outubro, no Montreal Museum of Fine Arts, em Montreal, no Canadá.
The Fashion World of Paul Gaultier: Fron the SideWalk to the Catwalk (traduzindo: O Mundo da Moda de Jean Paul Gaultier: Das Calçadas para as Passarelas) reúne mais de 120 looks, sketches, fotografias e outros elementos audiovisuais que mostram seus trabalhos produzidos entre 1976 e 2011.
Entre os trabalhos expostos estão os figurinos que fez para filmes O quinto elemento, de Luc Besson e Kika, de Pedro Almodóvar, além de roupas criadas para Lady Gaga, Kylie Minogue e Madonna.



por Taís Mainardes
Depois das calças e jaquetas desenvolvidas pela norte-americana Silvr Lining no final de 2010…

… Forster Rohner, Alexandra Institute e o laboratório dinamarquês Diffus Design apresentam a Solar Handbag:

Assim como as calças e jaquetas, a bolsa capta energia solar através de placas distribuídas ao longo de sua superfície. A energia captada é convertida em elétrica e pode ser usada para, por exemplo, recarregar a bateria do celular.
Detalhes do design à parte (prefiro não opinar sobre o assunto), os painéis solares acoplados ativam fibras ópticas internas que se acendem no escuro fazendo com que a bolsa ‘ILUMINE-SE’ internamente, facilitando, então, encontrar qualquer coisa na bolsa enquanto você estiver, por exemplo, no escurinho do cinema.