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Design além das convenções

por Priscilla Scurupa

Nesta quinta-feira (09), o Museu Oscar Niemeyer (MON) recebe a exposição Anders Als Immer - Algo Diferente - Design Contemporâneo e o Poder das Convenções. Trata-se de uma seleção de 106 itens diferentes e 148 objetos de 67 designers internacionais, incluindo obras individuais e de estúdios, que ilustram o design contemporâneo. Entre os participantes, estão quatro escritórios locais, selecionados pelo Centro Brasil Design, que também apoia o evento: Aleph Zero, Desfiacoco, Fetiche Design e Furf Design

A mostra é uma celebração do ano da Alemanha no Brasil e é promovida pelo Institut für Auslandsbeziehungen e.V. (ifa) Stuttgart em cooperação com o Goethe-Institut Curitiba e o MON. A curadoria é de Volker Albus e revela a diversidade de designs que divergem do que é convencional. 

Bora conferir?

Anders Als Immer – Algo Diferente - Design Contemporâneo e o Poder das Convenções

Onde: Museu Oscar Niemeyer - Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico.

Quando: Abertura 9 de maio, quinta-feira, às 19 horas, sala 7. A exposição fica em cartaz até 11 de agosto de 2013. O MON funciona de terça a domingo, das 10h às 18h.

Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia-entrada). Entrada gratuita no primeiro domingo do mês.

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Tokyo 1955-1970: Uma nova vanguarda

por Kariny Martins

Em uma década - de 1950 a 1960 - Tokyo (ou Tóquio) passou de capital de uma nação devastada pela guerra para um centro internacional de artes, cultura e comércio. E a grande concentração de pessoas criativas e práticas, fazendo todo tipo de arte durante estes anos turbulentos, inspirou Tokyo 1955-1970: Uma nova vanguarda, mostra em exibição no MoMA — The Museum of Modern Art, em Nova York.

Com mais de 200 obras, a exposição apresenta os trabalhos de aproximadamente 60 artistas, que vão desde pintura, escultura, fotografia e arquitetura, até vídeos e documentários. Estão reunidas algumas das obras mais emblemáticas do período, bem como obras recentemente descobertas ou reavaliados por novos estudos.




Em conjunto com a Tokyo 1955-1970: Uma nova vanguarda, o MoMA vai apresentar uma retrospectiva com 40 filmes do Art Theater Guild, a empresa cinematográfica independente que transformou de maneira radical o cinema japonês através da produção e distribuição de obras de vanguarda, de 1960 até o início de 1980. A retrospectiva será transmitida simultaneamente à exposição, que fica em cartaz até 25 de fevereiro de 2013.

 

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Múltiplo Leminski no MON

por Marilia Bobato

O Museu Oscar Niemeyer (MON) está com a exposição Múltiplo Leminski. A mostra traz um pouco de tudo da vasta produção do poeta, publicitário e multifuncional Paulo Leminski que faleceu em 1989, mas deixou um grande legado aos curitibanos.

Com curadoria de Alice Ruiz, assistentes de curadoria Aurea Leminski e Estrela Leminski e design e ambientação de Miguel Paladino, a exposição prevê shows, filmes, debates e oficinas sobre o artista. “Esta exposição contempla todas as facetas de Leminski”, afirma a curadora Alice Ruiz. A diretora do Museu Oscar Niemeyer, Estela Sandrini, diz que receber a exposição é uma honra e uma alegria para o MON. “Além disso, é a maior exposição já feita sobre o Leminski em Curitiba e no Brasil”.

Serviço

Museu Oscar Niemeyer - Exposição “Múltiplo Leminski”

Até 31 de março de 2013

Local: Salão Principal (Olho) Rua Marechal Hermes, 999. Centro Cívico, Curitiba – PR

Terça-feira a sexta-feira, das 10h às 18h

Entrada franca no primeiro domingo de cada mês, nos outros dias: R$ 4 e R$ 2 (meia-entrada).

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Arte brasileira em Boston

por Thayse Nascimento

Os nomes Otávio e Gustavo Pandolfo não são tão recorrentes e associáveis, mas talvez você conheça Os Gêmeos. Sim, são eles! Os traços de graffiti dos irmãos Pandolfo são reconhecidos há metros de distância, e não passam despercebidos pelas ruas.

A dupla de artistas brasileiros, conhecida mundo a fora, está com uma exposição no Boston Institute of Contemporary Art até 25 de novembro. No ICA são apresentadas pinturas, esculturas, instalações em salas e um mural (abaixo) externo no Instituto.

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Cavalete Parade: arte contra a sujeira política

por Priscilla Scurupa

Um incômodo unânime nas cidades brasileiras nessas últimas semanas, certamente têm sido os cavaletes políticos. Além de poluir visualmente nossas ruas, acabam atrapalhando a vida de quem usa as calçadas (que já não são lá essas coisas). Mas, ao invés de difamar a mãe dos pobres candidatos (convenhamos, elas não têm culpa pela irresponsabilidade de suas crianças) ou destruir os materiais de campanha, que tal transformá-los em arte? 

Essa é a proposta da Cavalete Parade, evento que será realizado em diversas regiões do país simultaneamente e tem como objetivo deixar as cidades um pouco mais bonitas. Para participar, basta retirar das ruas qualquer cavalete que esteja em situação irregular (atrapalhando a passagem de pedestres ou a segurança das pessoas) e cobri-lo completamente com tudo de melhor que sua criatividade tem a oferecer. Depois, no dia 29 de setembro, às 13h, leve sua arte para o local onde os organizadores do evento em sua cidade definiram como “espaço expositivo” para todos os cavaletes transformados. Aqui em Curitiba, por exemplo, eles serão reunidos na Boca Maldita. Em São Paulo, no canteiro central da Avenida Paulista. E em Recife, no Marco Zero da capital. 

Para saber mais sobre a Cavalete Parade e descobrir em que lugar da sua cidade ela vai rolar, acesse a fanpage oficial do evento. 

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Incursão por nossas origens

por Priscilla Scurupa

A exposição Shadow and Lights do fotógrafo baiano Christian Cravo é uma imersão no passado, raízes e motivações de tudo o que nos liga ao continente africano. Em cartaz a partir de amanhã na galeria Throckmorton Fine Arts, de Nova York, Shadow and Lights é resultado de uma viagem que Cravo fez pela Namíbia, Botsuana, Zâmbia, Quênia e Tanzânia no ano passado. As 29 obras da exposição revelam detalhes sutis da natureza exuberante do continente e nos apresentam uma visão singular sobre o berço de todas as civilizações. 

+christiancravo.com

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5Minutos_Tiago Tebet

por Kariny Martins

O artista plástico Tiago Tebet, 25 anos, é paulista e pratica o downhill, modalidade em que o skatista se aventura descendo ladeiras em alta velocidade. O esporte nasceu na Califórnia durante a década de 1970, quando os surfistas queriam fazer das pranchas um divertimento também para as ruas. O país também inspirou a última exposição individual de Tebet: Califórnia, que está em cartaz na SIM Galeria

Essas influências do universo do surf e do skate são claramente encontradas nas obras do jovem artista. Ele valoriza o movimento e, principalmente, a velocidade para compor suas telas, que têm traços geométricos precisos, mas que ele define como uma “geometria descontraída”. Tebet já fez parte da Paralela 2010, uma das mostras de arte contemporânea mais importantes do país, que complementa a Bienal de São Paulo, além de ter participado da 40ª Anual de Artes Plásticas da FAAP, ocasião em que recebeu o prêmio principal do evento.

Nós visitamos a SIM Galeria, antes da abertura da exposição, e conversamos com o artista. Confira! 

INVENTA - Quando você decidiu que iria trabalhar com arte e com a pintura em particular? Como foi o início?

TIAGO TEBET - Eu decidi pelas artes plásticas depois de ter tentado algumas outras opções, é raro conhecer alguém que escolha a arte como primeira opção, que vá com certeza no assunto.  Ao fim do curso, eu já estava bem feliz com as coisas que estavam acontecendo, com as ideias e os assuntos pelos quais eu me interessava.  Ganhei incentivos da própria faculdade que foram bem importantes, é legal ter um reconhecimento daquele esforço mesmo que seja um esforço de aluno, e eu também já tinha conseguido uma exposição fora dali, em uma galeria. 

IVT - As suas obras são ricas em detalhes, principalmente nos formatos geométricos. O que você procura expressar?

TT - A arte é simplesmente o que você aprende, absorve e devolve de uma nova maneira para o mundo. Logo, o que eu expresso, o que aparece nas obras está sempre relacionado a alguma experiência que eu vivi e resignifiquei depois de passá-las pelo meu filtro. Quanto aos formatos, prefiro definir como uma geometria descontraída, junto com o rigor dos traços procuro brincar com as cores, por exemplo. 

IVT - Por que a pintura?

TT - Prefiro trabalhar com pintura, fui assistente de alguns pintores e talvez isso tenha me influenciado um pouco. Mas acho que o principal motivo é o fato da pintura ter esse longo período de presença na história. Acaba sendo bem desafiador você querer dar continuidade a algo que já teve sua morte decretada tantas vezes. Acho que dificultar um pouco as coisas é um bom estímulo para continuar fazendo aquilo. As pessoas dizem, por exemplo, ‘é difícil fazer um quadro amarelo’, a primeira coisa que eu penso é: então vamos fazer um quadro amarelo!

IVT - Como você explicaria o seu processo criativo, entre um trabalho e outro, por exemplo?

TT - Um novo trabalho sempre surge exatamente de um anterior. Certa imagem só é determinada, ou um estudo específico só é feito para compensar uma área que me distanciei muito em algum momento. Isso por que sempre há algo para melhorar ou pra fazer diferente.

IVT - Sobre sua exposição atual: por que o título Califórnia?

TT - Eu cresci em meio a essa cultura do skate do surf, a efervescência pela qual a Califórnia se tornou conhecida e que não é exclusivamente americana, você consegue perceber e sentir isso em muitos outros lugares. Eu associei a imagem da Califórnia a um sentimento de esperança, de prosperidade, de algo que é vivo, mas ao mesmo tempo denso, urbano. E a imagem da Califórnia na exposição é bem idealizada, pode ser comparada a forma como os gringos veem o Rio de Janeiro.

+SIMgaleria.com

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Batalha de iPod ilustrada

por Priscilla Scurupa

Oito equipes munidas de seus iPods carregados de boa música disputam bravamente por um único objetivo: animar a noite dos curitibanos. A Batalha de iPod do James Bar foi inspirada nos moldes de uma festa francesa e, depois de cinco edições somente em 2012, já é um sucesso entre os frequentadores do bar. A fama do evento, conquistada não só pela criteriosa seleção musical e dedicação dos participantes, é também fruto do trabalho do ilustrador e quadrinista curitibano André Ducci, responsável pelos belos cartazes de divulgação da festa. 

Mais do que informar sobre os guerreiros em batalha, as peças são obras de arte inspiradas no que há de melhor na cultura pop. Colecioná-las já virou motivo de disputa também entre os frequentadores do James. E é por essa popularidade toda que o projeto Arte Independente realiza a exposição Cartazes da Batalha de iPod, com abertura nesta quinta-feira (06 de setembro), a partir das 21h. São 16 cartazes que fizeram parte do material de divulgação da Batalha de iPod, todos com uma imagem de uma referência icônica trabalhada de forma minimalista, promovendo uma conexão entre arte, música e cultura pop. 

As ilustrações se tornaram uma linguagem própria da festa e estamparão também uma coleção de camisetas do James. “Um trabalho nunca é igual ao outro. No caso, os cartazes da Batalha de Ipod são um meio termo entre meus trabalhos mais autorais e os trabalhos encomendados. Tenho bastante liberdade de criação e uso mais meu background de cultura pop do que o musical na hora de elaborá-los. Como foi com as referências ao Tubarão, aos games de 8 bits, He-Man e Disney”, conta André Ducci, ao falar sobre a exposição, que tem a curadoria de Karen Tortato.

A mostra fica em cartaz até a primeira quinzena de outubro, no piso superior do James, no espaço Arte Independente, durante o horário de funcionamento da casa. E o melhor: o coquetel de abertura é no mesmo dia da festa Batalha de iPod. Programa imperdível para o feriadão!

Exposição Cartazes da Batalha de iPod

Onde: James Bar (Av. Vicente Machado, 894 - Curitiba/PR)

Quando: de 06 de setembro (coquetel de abertura) a 15 de outubro

Quanto: R$18 (nas outras datas, o valor varia de acordo com a atração da noite)

+james.com.br

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Leminski em imagens

por Priscilla Scurupa

Um dos retratos mais bonitos de Paulo Leminski é o que estampa a capa da terceira edição de Catatau, seu romance-ideia lançado em 1975. Na imagem em preto e branco com fundo infinito, ele aparece sentado, completamente nu, e tem o sexo encoberto por suas pernas cruzadas. Seus pés, em primeiro plano, lembram os pés de Abaporu, obra de Tarsila do Amaral em referência ao “homem que come gente”, símbolo do movimento antropofágico brasileiro. A fotografia, que sintetizou a alma devoradora do poeta curitibano, foi clicada por Dico Kremer, seu amigo de longa data e companheiro de profissão quando atuavam no mercado publicitário. 

A exposição Convivência, em cartaz na Biblioteca Pública do Paraná a partir de amanhã, reúne este e outros 20 retratos – muitos deles inéditos - produzidos por Dico Kremer e revela, direta e indiretamente, a intimidade dos dois amigos e o cotidiano do poeta. A mostra é uma homenagem ao aniversário de Leminski, nascido em 24 de agosto. 

Convivência - Exposição com 21 fotografias de Paulo Leminski, por Dico Kremer

Quando: de 24 de agosto a 28 de setembro

Onde: Hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133 – Curitiba/PR)

Quanto: entrada franca

+dicokremer.com.br

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A América do Sul pelos olhos de Le Corbusier

por Priscilla Scurupa

“Le Corbusier limpou de preconceitos o horizonte, fez suas e divulgou todas as ideias a respeito do viver humano, intransigente, infatigável, inovador, permitindo-nos partir de um novo trampolim para construir e habitar”. Foi sob o pseudônimo de Alencastro que Lina Bo Bardi defendeu o trabalho de Charles Edouard Jeanneret-Gris, conhecido como Le Corbusier, das duras críticas de jornalistas e intelectuais de sua época. Para eles, a temática lecorbuseriana “plástico-formalista” precisava ser superada e substituída por uma arquitetura baseada na produção industrial de massa. Para Lina, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, e toda uma geração de arquitetos e urbanistas brasileiros, no entanto, os ensinamentos de Le Corbusier foram essenciais para a formulação de uma nova arquitetura, tipicamente brasileira, baseada nas necessidades do homem moderno e na rejeição dos estilos históricos. 

Mas a admiração dos brasileiros por Le Corbusier não foi uma via de mão-única. É o que revela a mostra Le Corbusier - América do Sul – 1929, inaugurada ontem no Centro Universitário Maria Antonia, em São Paulo. A exposição traz 26 originais de Le Corbusier produzidos em sua viagem de 74 dias pela América do Sul, de setembro a dezembro de 1929. Na época, ele passou por Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil - foram 16 dias em São Paulo e quatro no Rio. Os desenhos são um testemunho da mudança dos conceitos e ideias do Le Corbusier frente ao impacto de ter conhecido a paisagem sul-americana. 

A viagem à América do Sul fez Le Corbusier se tornar menos rígido. “Ele percebeu que a natureza não é cartesiana, que o universo não é feito só de referências racionalistas”, comenta o arquiteto Hugo Segawa, curador da mostra, em parceria com o historiador da arte Rodrigo Queiroz. “Quando ele retornou à Europa, já tinha se transformado em outro homem”, conta. 

Além dos desenhos inéditos, a exposição traz ainda uma maquete de uma biblioteca projetada por Le Corbusier para um casarão no bairro Higienópolis, em São Paulo. A obra, infelizmente, nunca foi executada, mas sem dúvidas teria sido um grande presente ao Brasil deste que é um dos mais importantes nomes da arquitetura do século XX.

Le Corbusier – América do Sul – 1929

Quando: de 23 de agosto a 21 de outubro. Terça a sexta, das 10 às 21h. Sábados, domingos e feriados, das 10 às 18h.

Onde: Centro Universitário Maria Antonia da USP (Rua Maria Antonia, 294, Vila Buarque, São Paulo)

Quanto: entrada gratuita

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A geometria e o movimento na arte de Tiago Tebet

por Priscilla Scurupa

Inaugura hoje, 9 de agosto, na SIM Galeria exposição individual do artista Tiago Tebet. Com técnica apurada, geometria precisa e noções de ritmo e equilíbrio, em suas obras Tiago Tebet valoriza a velocidade e o movimento.

As obras expostas na SIM, de acordo com o artista, têm desde pinturas abstratas até obras mais figurativas. Fazem parte dessa série, por exemplo, frames de detalhes da arquitetura urbana, as cortinas, que são um elemento recorrente em suas pinturas, e paisagens, não tanto aquelas com importância temática, fator presente na história da pintura, mas uma paisagem que está por trás do que se pode observar numa primeira instância. As obras de Tebet ganham vida com o movimento construído pelo artista.

A exposição fica em cartaz na SIM Galeria de 09 de agosto a 15 de setembro. O texto crítico da mostra é assinado pela artista plástica Leda Catunda, um dos nomes mais representativos da Geração 1980 no Brasil.

Mostra individual de Tiago Tebet

Onde: SIM Galeria – Al. Presidente Taunay, 130, Batel – Curitiba (PR)

Quando: 09 de agosto e 15 de setembro. De segunda a sexta das 10h às 19h. Aos sábados, das 10h às 16h.

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Oh, yeah (em Joinville)

Por Kariny Martins

Os moradores de Joinville e região ganharam mais alguns dias para visitar a primeira mostra itinerante da SIM Galeria, de Curitiba. Em terras catarinenses desde a semana passada (26), a exposição Arte Contemporânea: SIM! foi prorrogada e fica em cartaz até o próximo sábado (7).

Com obras de João Machado, Tiago Tebet (foto acima), Paolo Ridolfi, Cleverson Oliveira, Delson Uchoa, Gilvan Nunes, Julia Kater (imagem abaixo), Kboco, Paolo Ridolfi, Rafael Alonso, Romy Pocztaruk e Tony Camargo, a mostra está na sala 12 do Centro de Decoração e Design Parco Perini.

A exposição faz parte de um projeto de mostras itinerantes da SIM Galeria que visa a quebra de barreiras geográficas, permitindo o contato e visão do que está acontecendo no universo da arte contemporânea, muitas vezes estáticos no eixo Rio - São Paulo.

Em tempo > O Centro de Decoração e Design Parco Perini fica Rua Rolf Colin, 109, América - Joinville / Santa Catarina (BR)


Mostra “Arte contemporânea SIM”

Data: Até o dia 07 de junho, das 12h às 20h.

Local: Centro de Decoração e Design Parco Perini — Rua Rolf Colin, 109, América

CEP: 89.204-070

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Arte como reflexo cotidiano

por Thayse Nascimento

Está em cartaz na SIM Galeria, a mostra Repetidor. Com obras de Rafael Alonso, Repetidor reúne pinturas, imagens e objetos que o estimulam diariamente, e representam seu mundo real.

O artista relaciona pintura e design para produzir imagens planificadas. Em suas palavras, é “uma tentativa de produzir uma pintura que se relacione com os objetos do design, mais especificamente computadores, monitores de TV e tablets. Objetos que servem como mediadores das imagens, de nosso contato com o mundo”.

Repetidor

Quando: de 21 de junho e 30 de julho (de segunda a sexta-feira das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 18h).

Onde: SIM Galeria - Al. Presidente Taunay, 130A – Curitiba/PR

++simgaleria.com

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O fotógrafo e sua obra

por Thayse Nascimento

Um álbum de fotografias, de certa forma, também tem a cara do fotógrafo, não só da pessoa retratada. Montar um álbum com suas fotos é prazeroso por trazer lembranças que talvez fossem esquecidas sem os retratos. Recordar é viver! Então o que pode ser mais nostálgico do que organizar as fotos da infância, de uma viagem? 

Pensando nisso, a fotógrafa Patrícia Lion, ao observar que seu álbum era uma seleção de fotos que sua mãe havia feito, teve a ideia de criar o trabalho O Autor para levantar uma visão não convencional das relações entre fotografia, memória e seus sujeitos. Acreditando que o fotógrafo é a pessoa mais importante nesse processo, O Autor ressalta a importância da edição e da escolha das fotos para a montagem do álbum de família. 
Composta por imagens de seu acervo pessoal, a mostra faz parte da 1ª temporada das exposições aprovadas pelo edital SESC de Artes Visuais 2012, e está em cartaz no SESC da Esquina entre os dias 18 de junho e 22 de julho, em Curitiba.


Onde: PhotoEspaço no SESC da Esquina – R. Visconde do Rio Branco, 969 – Curitiba/PR
Quando: de 18 de junho a 22 de julho (de segunda a sexta das 8h às 20h, e sábado das 9h às 17h).
Entrada franca.
Veja as outras exposições aqui.

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Call Parade londrina

por Priscilla Scurupa

Depois dos orelhões brazucas decorados pela Call Parade, agora é a vez das cabines telefônicas de Londres receberem um toque de arte. Por lá, o projeto recebe o nome de BT ArtBox e é uma homenagem ao jubileu de diamante da rainha Elizabeth II. 

Para a exposição a céu aberto foram convidados 80 artistas plásticos do Reino Unido. Ao final dela, no dia 16 de julho, todas as obras serão leiloadas para arrecadar fundos para a instituição ChildLine, que oferece apoio psicológico a crianças e adolescentes através de um canal de telefone.

Veja todas as cabines redecoradas e o mapa de localização de cada uma delas aqui.

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